Guarda o que comer
Não guardes o que fazer
Percursos pedestres em Torre de Moncorvo
Os últimos meses foram fervilhantes de novidades no que toca a pedestrianismo no concelho. Todos os percursos estão a ser homologados, e decorrente deste processo a Rota dos Moinhos está a ser sinalizada. De modo a aumentarmos a exposição desta rede de percursos e a informação disponível, decidimos introduzir a rede no OpenStreetMap (em baixo está uma visualização do Waymarked Trails):
Fizemos o mesmo no WikiProject Portugal:
Todos estes percursos estão disponíveis para download, em formato gpx. Na mesma tabela é também possível ver uma ficha individual feita automaticamente para cada percurso:
E aqui fica o percurso da Rota dos Moinhos, o nosso percurso de estimação:
Aprendiz de lobisomem
Tem que ir por cima dos silveirais
E por baixo dos nogueirais
Para ir ter à casa do Zé Morais
Contou-nos a tia Alcina que um aprendiz de lobisomem declamou mal a ladainha e lá teve de ir por baixo dos silveirais e por cima dos nogueirais para ir ter à casa do Zé Morais.
Preçário 2018
Depois de, em 2016, termos aumentado o volume de negócio e o número de dormidas, tivemos o ano (2017) com o maior número de dormidas de sempre, que contrasta com o volume de negócios, que diminuiu. Foi, assim, um ano mais em conta para dormir na Quinta dos Baldo.
Este é preçário para 2018. Contamos convosco?
Amêndoa para todos
Ainda temos amêndoa para venda! Para os interessados, basta seguir o indicado no vídeo e a amêndoa parte-se com facilidade. Temos os seguintes preços:
1kg, 3,5 euros;
>=2kg, 3 euros.
Trata-se de amêndoa de variedades tradicionais cultivada em regime de sequeiro sem uso de químicos, apanhada à mão e embalada individualmente. As encomendas podem ser levantadas nas Galerias Pedro Cem, Loja B, em hora a combinar (é possível estacionar para fazer a carga), ou noutro sítio a combinar. Encomendas?
1kg, 3,5 euros;
>=2kg, 3 euros.
Trata-se de amêndoa de variedades tradicionais cultivada em regime de sequeiro sem uso de químicos, apanhada à mão e embalada individualmente. As encomendas podem ser levantadas nas Galerias Pedro Cem, Loja B, em hora a combinar (é possível estacionar para fazer a carga), ou noutro sítio a combinar. Encomendas?
Amêndoa de Martim Tirado
Já há alguns anos que apanhamos amêndoa no nosso humilde amendoal mas só recentemente nos apercebemos que em Martim Tirado existem muitas variedades de amêndoa e que o nosso amendoal não é monovarietal. Uma das variedades quinteiras é bastante conhecida e apreciada, não tanto pelo seu sabor mas antes pela facilidade em ser partida: a molar. A sua casca mole torna-a uma favorita quando é vendida em casca, e uma das marcas distintivas é a sua crista. Nenhuma das nossas amendoeiras é molar.
A Clementina já nos falara também da casa nova, que representa grande parte da nossa produção. É de todas a que tem a casca mais perfeita, mais próxima da imagem que se associa às amêndoas. Essa casca é comprovadamente mais dura que as outras. O miolo é dos maiores, e a sua doçura destaca-o da concorrência.
Outra das estrelas da companhia é a raposa. Temos menos produção desta variedade, que se distingue em casca pela crista (semelhante à da molar) e por ser ligeiramente mais fácil de partir que a casa nova.
A terceira das nossas amêndoas, que até pode ter uma única árvore, ainda não tem nome. A Clementina separou-a das outras, mas não soube dizer como se chamava. É grande em casca e tem uma ligeira curva. Sem podermos generalizar, o miolo que testámos era enrugado, o que o diferencia dos outros miolos.
Por último falta referir a miguela, que nos disseram ser "a favorita dos javalis". Se puderem escolher, comem primeiro esta, e nem o facto de ter casca dura os trava. É mais pequena e mais curva que a anterior, e o miolo (pelos menos desta amostra) é também mais pequeno. Não temos amendoeiras desta variedade.
A maior parte das nossas amendoeiras têm mais de setenta anos. Produzem pouco, as variedades que produzem têm casca dura, o que as torna difíceis de vender. Achamos, no entanto, que é do interesse da região a manutenção e valorização destas variedades tradicionais, com caraterísticas diferentes das variedades mais modernas e que contam uma parte da história da região. Aqui fica o resumo da nossa pequena experiência, sobre uma foto e ideia do Hugo Borralho. Aqui está o resto das fotos, tiradas por ele.
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| Molar |
A Clementina já nos falara também da casa nova, que representa grande parte da nossa produção. É de todas a que tem a casca mais perfeita, mais próxima da imagem que se associa às amêndoas. Essa casca é comprovadamente mais dura que as outras. O miolo é dos maiores, e a sua doçura destaca-o da concorrência.
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| Casa nova |
Outra das estrelas da companhia é a raposa. Temos menos produção desta variedade, que se distingue em casca pela crista (semelhante à da molar) e por ser ligeiramente mais fácil de partir que a casa nova.
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| Raposa |
A terceira das nossas amêndoas, que até pode ter uma única árvore, ainda não tem nome. A Clementina separou-a das outras, mas não soube dizer como se chamava. É grande em casca e tem uma ligeira curva. Sem podermos generalizar, o miolo que testámos era enrugado, o que o diferencia dos outros miolos.
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| Por nomear |
Por último falta referir a miguela, que nos disseram ser "a favorita dos javalis". Se puderem escolher, comem primeiro esta, e nem o facto de ter casca dura os trava. É mais pequena e mais curva que a anterior, e o miolo (pelos menos desta amostra) é também mais pequeno. Não temos amendoeiras desta variedade.
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| Miguela |
A maior parte das nossas amendoeiras têm mais de setenta anos. Produzem pouco, as variedades que produzem têm casca dura, o que as torna difíceis de vender. Achamos, no entanto, que é do interesse da região a manutenção e valorização destas variedades tradicionais, com caraterísticas diferentes das variedades mais modernas e que contam uma parte da história da região. Aqui fica o resumo da nossa pequena experiência, sobre uma foto e ideia do Hugo Borralho. Aqui está o resto das fotos, tiradas por ele.
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